O que o mundo mais precisa a tradição africana ensina: ubuntu é o jeito de viver e conceber as relações humanas que pensa a comunidade em seu sentido mais pleno, como uma grande família. E é nesse espírito de coletividade, no qual se vivenciam os princípios de partilha, do cuidado mútuo e da solidariedade, que a África dá mais uma lição e nos ensina sobre a cosmovisão do mundo negro-africano.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) se inspirou nesse tema para desenvolver a campanha do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro. Acesse o cartaz e o jornal mural temático, que serão distribuídos para escolas de todo país.

Para a CNTE, é importante reforçar a ideia de que somos uma teia de relacionamentos, que proporciona ao indivíduo reconhecer-se no outro, a partir da mudança de olhar do “eu” para o “nós”. “A educação deve partir, sempre, da coletividade. E o racismo será vencido porque nós estamos no coletivo fazendo este trabalho, CNTE, movimento negro, escola e sociedade”, destaca Iêda Leal, secretária de Combate ao Racismo da CNTE.

Reinterpretado ao longo da história, o ubuntu é ainda mais atual, ao inspirar a luta por uma sociedade democrática, igualitária e com amplo acesso às oportunidades para a vida com dignidade. Juntos, seremos mais fortes para o enfrentamento dos desafios e a superação das inúmeras formas de discriminação e desigualdade.

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