Foto: Marília Marques – G1

O processo é simples: peneira a terra, acrescenta cola branca e água. A mistura preparada no pátio da escola cria a tinta ecológica que colore os muros do Centro Educacional Agrourbano Ipê, no Distrito Federal. Lá, são os alunos e os professores que colocam a mão na massa.

A iniciativa, além de dar mais vida ao local, reduz os custos com a manutenção do colégio. Ainda neste ano, o grupo quer replicar a pintura em casas da comunidade rural do Riacho Fundo II. O método também é pedagógico: enquanto produzem a tinta, os alunos aprendem sobre o pH do solo, o cálculo da área da parede e a matemática financeira do reaproveitamento.

O responsável pelo projeto é o professor de biologia Leonardo Hatano, de 43 anos. Em 2016, o educador lançou a iniciativa das “geotintas”. Com a participação dos estudantes, o grupo já tem condições de levar mais cores às casas em torno do colégio.

Em parceria com a direção, o professor construiu um centro permanente para expor as tecnologias de baixo custo. A “bioconstrução” tem paredes de adobe, painéis de energia solar, fogão solar, tanque de peixes e sistema de reúso da água.

Marília Marques, G1, acesse a matéria completa

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